“O que se passa entre as engrenagens do tempo?
O que elas conversam, ou suspiram, ou sussurram?
São amigas ou inimigas? Que reconhecimento recebem pelo seu
árduo trabalho?
Tolos somos nós que não olhamos este belo sincronismo.
Algum dia ficaste sem tempo? Algum dia o tempo te enganou?
Tolos, choram e comemoram como se não houvesse mais tempo a
seguir.
Se fartam como se o tempo fosse roubar este momento, como se
o tempo fosse maligno.
Maligno és tu! Que não respeita os ponteiros dianteiros!"
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